Capitalismo e Consumismo. Acumulação de Capital e Informática.
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LANÇAMENTO EM JANEIRO DE 2026
Título: Capitalismo e Consumismo.
Subtítulo: Acumulação de Capital e Informática
Autor: Mateus Orio
Editora: Edições Redelp
Edição: 01
Ano: 2026
Páginas: 218
Coleção/Série: Dialética e Sociedade, 12.
ISBN: 978-65-86705-56-0
SINOPSE
Mateus Orio apresenta uma obra fundamental para quem quer entender a relação entre informática e sociedade, pois ela é inseparável da questão do consumo e do capitalismo. Aparentemente, a informática se desenvolve a partir da do desenvolvimento tecnológico, ilusoriamente tido como neutro e com evolução unilinear. Orio mostra que a história da informática não aponta para isso e sim para seu enraizamento social que remete para a dinâmica da produção capitalista e sua regularização do consumo. É por isso que a informática é relacionada com o consumismo e seus processos de constituição, bem como suas bases sociais, que remetem para o modo de produção capitalista, e tudo isso contextualizado historicamente. Nesse sentido, a presente obra se torna fundamental para a compreensão da informática e do seu processo de produção e consumo, revelando o que está oculto ao se olhar para um mero computador ou celular: trabalho, mercadoria, consumo, publicidade, manipulação, poder, capital. É obra fundamental para os profissionais da informática, historiadores, sociólogos, economistas e outros cientistas sociais e ao público em geral que quer se informar e compreender mais amplamente a aquilo que nos cerca contemporaneamente por todos os lados: a tecnologia.
TEXTO DA CONTRACAPA
Consumismo! Palavra muito usada. Aparentemente, todos são contra o consumismo. Psicólogos, sociólogos, filósofos, ativistas sociais, militantes políticos. Todos contra o consumismo! Bom, nem todos. A maior parte dos economistas, os profissionais da mercadotecnia (“marketing”), os representantes do capital comercial e comunicacional, entre milhares de outros, não são exatamente “contra” o consumismo. Claro, eles vão, geralmente, usar o termo “consumo” e não “consumismo”. Por isso a aparência de unanimidade. Mateus Orio se destaca por tratar da questão do consumismo. Muitos outros fizeram isso antes. Porém, a maioria trata do consumo sem tratar da produção. Não há consumo de mercadorias sem produção de mercadorias, como todos sabem e muitos já disseram. Há formas diferenciadas de produzir mercadorias, o que, por sua vez, gera formas diferenciadas de consumo. As principais contribuições da presente obra são a análise da mercantilização da tecnologia, mais especificamente da informática, e a reflexão totalizante sobre a questão do consumo, que vai desde as bases desse processo até suas manifestações, historicidade, dinâmica própria do consumo e consumismo e o caso da informática. A principal contribuição teórica é que esses elementos aparecem articulados, relacionados, formando uma totalidade, ou, em outras palavras, é a abordagem totalizante. A presente obra incentiva a reflexão crítica sobre o consumo gerado pela mercantilização e podemos perceber que isso é uma tendência que se aprofunda cada vez mais. Perceber esse processo é o primeiro passo para lutar contra ele e para ter esperança, para combater a desumanização e para buscar uma reumanização.
Nildo Viana
(do Prefácio)
TEXTO DA ORELHA
A presente obra contribui com a compreensão do surgimento das necessidades sociais de compra de artigos de informática, bem como da dinâmica social de produção desses artigos na contemporaneidade. A obra discute o consumismo ultrapassando análises restritas à aparência do fenômeno e apresenta o seu caráter social oculto, inserido na dinâmica do capitalismo e seus mecanismos de produção de necessidades fabricadas através do fenômeno da informática. Por detrás de sua aparência de racionalidade, a informática se manifesta como campo fértil para a diversificação da produção de mercadorias e para a intensificação do desejo de consumo. Os produtos de informática expressam determinações sociais ligadas à acumulação de capital, à obsolescência e à descartabilidade. Compreender esse processo é parte da luta cultural, tornando possível desvendar aspectos essenciais da realidade social e contribuir para sua transformação. Assim, Mateus Orio defende a perspectiva da libertação humana, forjando novas relações sociais radicalmente diferentes, que permitam as tecnologias deixem de servir aos interesses do capital e passem a satisfazer necessidades e potencialidades humanas.
SOBRE O AUTOR:
Mateus Vieira Orio é doutor em Sociologia pela Universidade Federal de Goiás (UFG), mestre em Sociologia e graduado em Ciências Sociais pela mesma instituição. É professor na Universidade Estadual de Goiás (UEG), onde exerce o regime de dedicação exclusiva e, atualmente, atua no curso de Licenciatura em História, na Unidade Universitária de Goiânia – Laranjeiras. Desenvolve pesquisas com ênfase em sociedade contemporânea, capitalismo, consumo e lazer. É autor dos livros Capital recreativo: a apropriação capitalista do lazer (CRV, 2019) e O que é lazer? (Ragnatela, 2024). Atua como pesquisador integrando o Grupo de Pesquisa Dialética e Sociedade (GPDS); o Núcleo de Pesquisa Marxista (NPM); o Grupo de Pesquisa Interdisciplinar Lazer e Sociedade (LAS); e o Grupo de Pesquisa em História e Cinema (GEHPCINE).
Título: Capitalismo e Consumismo.
Subtítulo: Acumulação de Capital e Informática
Autor: Mateus Orio
Editora: Edições Redelp
Edição: 01
Ano: 2026
Páginas: 218
Coleção/Série: Dialética e Sociedade, 12.
ISBN: 978-65-86705-56-0
SINOPSE
Mateus Orio apresenta uma obra fundamental para quem quer entender a relação entre informática e sociedade, pois ela é inseparável da questão do consumo e do capitalismo. Aparentemente, a informática se desenvolve a partir da do desenvolvimento tecnológico, ilusoriamente tido como neutro e com evolução unilinear. Orio mostra que a história da informática não aponta para isso e sim para seu enraizamento social que remete para a dinâmica da produção capitalista e sua regularização do consumo. É por isso que a informática é relacionada com o consumismo e seus processos de constituição, bem como suas bases sociais, que remetem para o modo de produção capitalista, e tudo isso contextualizado historicamente. Nesse sentido, a presente obra se torna fundamental para a compreensão da informática e do seu processo de produção e consumo, revelando o que está oculto ao se olhar para um mero computador ou celular: trabalho, mercadoria, consumo, publicidade, manipulação, poder, capital. É obra fundamental para os profissionais da informática, historiadores, sociólogos, economistas e outros cientistas sociais e ao público em geral que quer se informar e compreender mais amplamente a aquilo que nos cerca contemporaneamente por todos os lados: a tecnologia.
TEXTO DA CONTRACAPA
Consumismo! Palavra muito usada. Aparentemente, todos são contra o consumismo. Psicólogos, sociólogos, filósofos, ativistas sociais, militantes políticos. Todos contra o consumismo! Bom, nem todos. A maior parte dos economistas, os profissionais da mercadotecnia (“marketing”), os representantes do capital comercial e comunicacional, entre milhares de outros, não são exatamente “contra” o consumismo. Claro, eles vão, geralmente, usar o termo “consumo” e não “consumismo”. Por isso a aparência de unanimidade. Mateus Orio se destaca por tratar da questão do consumismo. Muitos outros fizeram isso antes. Porém, a maioria trata do consumo sem tratar da produção. Não há consumo de mercadorias sem produção de mercadorias, como todos sabem e muitos já disseram. Há formas diferenciadas de produzir mercadorias, o que, por sua vez, gera formas diferenciadas de consumo. As principais contribuições da presente obra são a análise da mercantilização da tecnologia, mais especificamente da informática, e a reflexão totalizante sobre a questão do consumo, que vai desde as bases desse processo até suas manifestações, historicidade, dinâmica própria do consumo e consumismo e o caso da informática. A principal contribuição teórica é que esses elementos aparecem articulados, relacionados, formando uma totalidade, ou, em outras palavras, é a abordagem totalizante. A presente obra incentiva a reflexão crítica sobre o consumo gerado pela mercantilização e podemos perceber que isso é uma tendência que se aprofunda cada vez mais. Perceber esse processo é o primeiro passo para lutar contra ele e para ter esperança, para combater a desumanização e para buscar uma reumanização.
Nildo Viana
(do Prefácio)
TEXTO DA ORELHA
A presente obra contribui com a compreensão do surgimento das necessidades sociais de compra de artigos de informática, bem como da dinâmica social de produção desses artigos na contemporaneidade. A obra discute o consumismo ultrapassando análises restritas à aparência do fenômeno e apresenta o seu caráter social oculto, inserido na dinâmica do capitalismo e seus mecanismos de produção de necessidades fabricadas através do fenômeno da informática. Por detrás de sua aparência de racionalidade, a informática se manifesta como campo fértil para a diversificação da produção de mercadorias e para a intensificação do desejo de consumo. Os produtos de informática expressam determinações sociais ligadas à acumulação de capital, à obsolescência e à descartabilidade. Compreender esse processo é parte da luta cultural, tornando possível desvendar aspectos essenciais da realidade social e contribuir para sua transformação. Assim, Mateus Orio defende a perspectiva da libertação humana, forjando novas relações sociais radicalmente diferentes, que permitam as tecnologias deixem de servir aos interesses do capital e passem a satisfazer necessidades e potencialidades humanas.
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